Era uma vez o mundo das coisas bonitas…
Lá existia um lobo muito bonito, ele morava em um lugar lindo do mundo das coisas bonitas. Ele tinha muitos amiguinhos bonitos que não eram igual ele. Ele e seus amigos acharam uma coisa bonita e procuraram o dono dela que era um duende.
O duende tinha uma amiga [...]
Posts de Julho, 2007
O Lobo Bonito
Publicado em Sentido da Vida em Julho 22, 2007 | 2 Comentários »
A oferta gera a demanda
Publicado em Mundo Bizarro, Tentativa e Erro em Julho 20, 2007 | 1 Comentário »
- Boa noite meus caros. Vocês devem ter muitas perguntas. Uma delas deve ser: “O que estou fazendo aqui?”, outra provável: “Quem é esse sujeito?”, ou ainda: “Será que estou sonhando?”. As respostas: 1 – Você está aqui por que foi indicado por um amigo. 2 – Sou um funcionário da organização. 3 – Não, [...]
Meu Bairro
Publicado em Ego Trip em Julho 19, 2007 | 1 Comentário »
As ruas da Cidade Baixa são microversos paralelos, são micro versos paralelos e perpendiculares.
Cada rua tem dois lados, cada lado tem dois sentidos, quatro formas de ver. Cada dia tem quatro turnos: manhã, tarde, noite e madrugada. Cada turno imprime suas cores nas ruas da Cidade Baixa. Dezesseis formas de ver.
As ruas são tão diferentes [...]
Matilhas
Publicado em Ego Trip em Julho 19, 2007 | Deixar um comentário »
Animais vivem em grupos e eles não tem crises de identidade e de solidão, talvez eu devesse me tornar um.
Filtros
Publicado em Ego Trip, Mundo Bizarro em Julho 16, 2007 | 1 Comentário »
Pois é Zé, o mundo segue girando. Eu paro na sacada e olho os prédos distantes – com novos filtros para melhorar o alcance – e vejo novamente as convulsões das entidades vivas e não só as minhas. Recupero aos poucos algumas capacidades antigas, de quem estava meio alheio ao tilintar das moedas e mais [...]
Dor
Publicado em Ego Trip em Julho 9, 2007 | Deixar um comentário »
PQP!!! dói muito mexer nessas coisas, que merda. Porque??? porque???
Não dá pra entender, não dá mesmo, é demais pra mim, sério, passou do meu limite. É uma mácula muito grande, estrutural.
Foi uma morte minha, perdi um jeito de sorrir, que nem o Mário.
Tem um buraco enorme em mim, enorme. Eu não sei o que faço [...]
