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Archive for abril \30\UTC 2005

Apêndices

Malditos apêndices. Por sorte agora pertenço ao grupo dos que não possuem mais esse orgão inútil!!

Única coisa boa, com tempo de sobra, pude começar a leitura de "Nós". Magnífico, uma das melhores coisas que eu já li, em breve eu posto trechos aqui.

Outra coisa boa, ficar internado num hospital público, conviver alguns dias com tipos estranhos e com o atendimento da rede pública é uma legitima experiência orwelliana.

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Extra!! Extra!!


Bomba!! Essa vai ser a capa do disco da banda que ofuscou o Placebo em Porto Alegre!!! Questionado sobre a semelhança com a capa de um dos discos dos Beatles o Guitarrista (e Guitar Hero) Otto revelou que na verdade a idéia era deles: "…daí eu mostrei a foto para o Paul e ele gostou e me pedia pra usar, então eu disse, vai lá cara, pode usar". Viu só?? Além de talentosos os caras são gente fina!!!

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Esses caras foram a melhor banda que abriu o show do Placebo em Porto Alegre. Pena que não ganharam o prêmio, mas um empresário de uma grande gravadora procurou por eles no final do show, talvez a salvação do rock venha do sul!! 

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Solipsismo digital

Continuando o outro post… Essa falsa segurança gerada pela desnecessidade de contato físico é em parte a responsável pela enchente de privacidades expostas na web, há uma sensação de que não faz diferença, que não será levado ao pé da letra ou que simplismente por estar publicado não será levado a sério.

É esse solipsismo digital que me preocupa. Enquanto eu escrevo esse texto (num blog, que ironia), espero que alguém o leia, mas não espero que esse alguém exista ou espero que exista mas não acredito realmente nisso e não tenho como provar. Mesmo nossos amigos próximos quando se tornam "invisíveis" ficam desfocados sob as lentes da realidade. De alguma forma sabemos que foram eles que comentaram nosso blog, mas a sua desmaterialização gera dúvidas.

Existem outros motivos que eu não ignoro, como o excesso de individualização na sociedade atual, incentivando pessoas a buscarem mais contato na rede, mas por enquanto era sobre isso que eu queria falar.

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Desabafos em rede

A internet tem propriedades estranhas. Tipo, porque alguns desabafam todos os seus podres para pessoas que não conhecem bem?

Falam de sua vida sexual, de seus problemas familiares, etc. como se te conhecessem há anos. Ou então fazem blogs, flogs ou outros contendo muito de suas vidas particulares, expostas como uma carcaça de cachorro atropelado, para que qualquer criança possa cutucar com um pedaço de pau. E não se importam!!!

Tocar numa pessoa por descuido na rua pode provocar uma reação de reprovação, a clássica cara feia. No ônibus raramente as pessoas sequer trocam olhares. Aliás, olhar por certo tempo para uma pessoa, provoca também uma bela cara feia. No entanto, na rede é diferente, alguém publica num blog que brigou com a sogra ou que está menstruada e não se preocupa se o desconhecido que sentou do lado no ônibus ou que esbarrou no centro vai ler ou não.

Que a rede mandou o privado para a privada é uma constatação lógica. Mas o que permite que pessoas se entreguem ao virtual dessa forma? porque no "mundo real" agem de maneira tão oposta?

A rede dá uma certa sensação de irreal, de que o que acontece nela não influencia em nada a "vida real". O termo virtual corrobora e fundamenta essa sensação. Ele é empregado porque as coisas e lugares na internet não são físicos. Mas será que por serem abstrações são menos reais?

O "virtual" por sua vez dá uma sensação de impunidade, de que não existem limites nem reações imprevisíveis (afinal, "não existe") e isso pode fazer com que quem escreve (e quem lê também) se sinta à vontade para falar de algo que jamais falaria, por que a pessoa que vai ler (e a que escreveu) não existem mesmo, são virtuais.

depois eu continuo, agora tenho que ir ver o placebo, uuuuhhhuuu!!!! \o/

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Nothing to say

But its ok

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Tudo é Vaidade
Tudo é Loucura
Tudo é Afetação

Simulamos o tempo todo, atores sociais, alguém disse uma vez e não podia estar mais certo.
Tudo é Palco
Tudo é Holofotes
Tudo é Figurino

Não dá pra conviver com seres humanos por muito tempo, é nauzeante.
Roupas, semi-nudez proposital, pudor, dança, maquiagem.
Nada é natural, nada é como realmente é.
Doença. Estou doente. Intoxicado, por peitos, bundas, pernas, batom, sombra, sandálias, meias arrastão, sapatos.
Elas querem que eu me masturbe e eu só quero vomitar.

Blasé, cuidadosamente descuidado, disciplinadamente despenteado, displicentemente atirado.
Mas o canto do olho não mente quando sonda a platéia em busca de aplausos.

Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau, Queria ser Thoreau …

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