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Archive for dezembro \26\UTC 2005

Esses são os quadros e posteres que quero pendurados nas minhas paredes. O mais importante é o que foi no post anterior (pq é a burbles, e eu preciso…). O nome dele é "Nude with abstract painting" e é do lichtenstein (baita novidade).

Bom, aí vão eles. Se você é meu amigo, parente, vizinho, colega, conhecido, etc e quer me ver feliz, me dê um desses de presente!!!! (hehehehe)

Ah, e sim, estou de bom humor outra vez (espero que dure).

Um dali bem louco e safado!!!Mais um lichtenstein, mais uma burbles!

A Noite Estrelada, clássico do Van Gogh
Com esse pixies eu mato duas, um pixies, e uma mulher seminua!

Uma foto do mestre

Guru Orwell

O Velho safado

Moore, o ogro mor, mago de Northampton.

Esse é pra Burbles ficar feliz e querer me visitar

Uma variante do velho safado

Sonho e morte. bom, de sandman vai uma pra cada perpétuo

Maus

E mais um montão de outras que eu posto aqui quando tiver saco.
Bah, vai ficar muito kitsch, mas foda-se. As paredes são minhas eeheheheh

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Do outro lado

Do outro lado alguém me espera, talvez seja só ilusão, talvez não tenha ninguém lá e as vozes que ouço sejam ecos de meu próprio chamado, de meu trinado. Não importa se não existir, desde que eu continue ouvindo. Preciso dessa luz, dessa guia. É estranho, mas meu eco pode ser uma voz feminina. Na verdade é até lógico que seja, eu digo "oi" ela responde "ahn?", mas talvez essa seja mais uma miragem, ou não.

Ecos deveriam ter pronuncia ou sotaque diferentes da voz original. Eles deveriam, pena que não têm.

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Das coisas intangíveis

Existe um lugar onde todas as coisas são intangíveis. Você passa a mão sobre uma mesa e ela lhe escapa como se fosse de vento. O mesmo acontece com pessoas e outros objetos em movimento. parece que tudo existe em segundo plano, ou que você está em segundo plano.

Como que existindo em uma camada diferente das outras coisas, fica-se translúcido e tudo assim se parece e tudo assim perece. Não se pode ver além dos contornos, cores sem vida, cheiro de distância. Assim, simultaneamente existindo e inexistindo, somos apenas miragens, insólitas e inóspitas, intangíveis.

Há uma maresia no ar. Eu fiz a chuva. Como eu queria dobrar o espaço!!

Quero gosto de sal na boca, de sal e de algo mais que estou criando o hábito de sentir. Quero aquele cheiro que me refresca por dentro, e que todas as manhãs e algumas noites eu me acostumei a sentir. O cheiro é melhor do que todas as brisas leves depois da chuva sobre a grama, o gosto é o mais refinado deles.

Mas tenho que suportar todo o cheiro asséptico e doentio deste lugar, o gosto inexistente desse café e essas relações deterioradas.

E me contentar com as doses binárias de felicidade e aflição que ora ela se permite me recompensar.

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Em algum lugar…

… eu esqueci uma camisa preta. Pouco importa a camisa, o importante são as coisas feitas de vento. Devemos armazená-las em potes tupperware, pois seguramente serão úteis no futuro.

Depois colocamos todos os tupperware organizados em estantes de aço dupla-face, fechadas em cima, medindo 2m de altura por 6 de largura. Os potes serão identificados por etiquetas descrevendo seu conteúdo. Essa descrição será elaborada com base em um conjunto de regras especiais à ser criado para descrever ventos.

Eles somente poderão ser abertos quando se fizer necessário. Dessa forma todas as coisas feitas de vento terão seu lugar no tempo humano. Será uma forma de subjugar a natureza, de mostrar mais uma vez nossa face de vírus.

Na verdade só temos essa face. Temos pequenas outras, à nível de indivíduo, mas todas compõem essa. Não estou tentando ser ecologista, longe disso. Aliás acho que seria anti-ecológico negar essa propensão. Temos que nos assumir como pragas que somos, só assim seremos felizes.

Dessa forma, podemos destruir e consumir o mundo livremente, sabendo que nosso "propósito" está sendo cumprido. Daí quando esgotarmos esse aqui, partimos pra outro, atacando as células do universo, até que alguém lhe dê um antibiótico ou coisa parecida.

Nosso comportamento realmente lembra o comportamento viral. Só vamos abandonar essa célula quando tivermos condições de habitar outra, daí ela já estará seca e murcha, como manda a natureza.

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Das faltas


Qualquer tentativa conduz ao erro. Qualquer suspiro leva à Desespero. Não, muitos caminhos, a pior idiotice é querer passar por todos ao mesmo tempo e não andar por nenhum.

Ver que assim que se toma uma escolha, todas as outras se voltam contra.

A onipresença é privilégio de alguém que nos odeia.

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