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Archive for the ‘Mundo Bizarro’ Category

E aqui estamos mais uma vez rasgando a noite, sem pudores, sem valores. Qual a finalidade disso? Qual o resultado disso? Quando isso acaba?

Não temos resposta, nem para essas, nem para nenhuma outra pergunta. Só temos impulsos. Contrários a qualquer recomendação de bom senso, simplesmente seguimos noite adentro, por becos escuros e cantos inabitáveis, intransitáveis. Preferimos esses lugares, são mais acolhedores.

Sabemos qual vida deveríamos ter e por quais ruas deveríamos andar, mas há algo que nos impele, algo que nos conduz ao medonho, ao obsceno, ao imoral.

De alguma forma irracional também sabemos que isso é natural e incontrolável. Que executamos um papel importante. Tão importante quanto as profissões mais respeitáveis: somos tão necessários quanto médicos e padres.

Executamos um algoritmo de contenção da espécie, de autodestruição, tão importante quanto o da sobrevivência. Somos os mais capazes, os únicos que podem fazê-lo.

Somos a escória, assassinos, ladrões, advogados. Somos pivetes drogados, entorpecidos pelo crack, prostitutas transmitindo doenças venéreas, bêbados que batem nas esposas, psicopatas, esquizofrênicos, suicidas. Somos ditadores do oriente médio e skinheads, arruaceiros agitadores e senadores corruptos. Somos aqueles que afundam, em declínio direto, em queda livre. E levamos o que podemos, convertemos mais que as religiões.

Temos trabalhado muito, muito mesmo para consertar os erros da espécie, para conter o desastre eminente. Somos acionados em momentos críticos, quando a humanidade sai da linha.

Se a espécie sobreviver a sí mesma, seremos os salvadores…

E não receberemos nenhum crédito por isso.

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Liberdade?

Uma das piores merdas na vida é que, antes mesmo que tu possa dizer pra ela que tu não quer o que ela quer pra ti, ela já te engoliu, mastigou e cuspiu, e tu já tá um bagaço, imprestável.
Não, ela não te espera meu chapa, ela toca por cima!
Eu rio muito das pessoas que dizem ter o controle de suas vidas. Elas simplesmente não discordam do caminho que a filha da puta escolheu pra elas.
Simples assim, existem duas estradas predefinidas, eu escolho a da direita e, nossa, como sou independente! Não arrisco pular a cerca de arame farpado e ir pelo meio do mato. vou pela estradinha segura e previsível que muitos já trilharam.Mas foi MINHA escolha!
Quanta arrogância. É preciso adimitir, somos todos uns fodidos sem qualquer mapa ou bússola pra nos orientar sobre o futuro. Temos tanto medo do que pode existir em um caminho novo que não saímos do velho.
Nos tornamos médicos, advogados, padres e auxiliares administrativos em hospitais do SUS, mesmo que isso não corresponda nem a 0,0001% de nossas verdadeiras expectativas quanto à vida. E pra não admitirmos o quanto somos CAGÕES, celebramos a aprovação em um concurso público como uma vitória pessoal. Nos formamos em alguma faculdade que nos limita a visão sobre o mundo e nos tornamos a profissão que exercemos, temos orgulho disso. Sou o Dr. Fulano de Tal. Se me chamam pelo primeiro nome, fico ofendido por não estar precedido do título, aliás, podia mesmo ser somente o título. Me massifico em um estereótipo profissional qualquer. Me identifico com um código de costumes, com os instrumentos e idumentária do meu trabalho.
O que eu queria mesmo? Queria estar surfando na austrália, fumando charutos em cuba, queria ser ator, ter uma banda de rock, pintar quadros, tirar fotos, escrever um livro, fazer um filme, abrir um posto de gasolina no texas, ou uma sorveteria no alaska. Queria proteger as pessoas dos malfeitores, ser um tira durão, ou um detetive sacana e esperto. Mas essas coisas são tão infantis, são tãããããão românticas. Não cabem na vida adulta.
Porra, não posso me entregar assim a fantasias infantis. Vou fazer algo extremamente oposto ao que quero, por que meus pais fizeram, por que é um dos pilares da civilização, por que deus quer, por que dá dinheiro. Foda-se minhas necessidades, foda-se o fato de que vou passar bem mais da metade dessa existência de merda sendo fodido no rabo por não estar fazendo o que quero, por não estar pensando e vivendo por mim mesmo, indo pra onde eu quero ir.
Caralho, isso é escolha? É escolha fazer tudo como está num manual fodido, cagado por terceiros? É ter o controle sobre a própria vida dormir e acordar cedo todos os dias? Usar quase metade do dia fazendo coisas que subutilizam tua capacidade e mesmo assim te tomam toda a energia? Estar dormindo ou anestesiado pelo cansaço e pela frustração na outra metade do dia? É isso que escolhemos? Essa é a nossa grande liberdade?
Então faz o seguinte, pega essa liberdade toda, esse poder de decisão, enrola bem direitinho, passa um óleozinho e enfia NO CU!!!!!!!

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Minha criança, um dos erros mais típicos das pessoas é achar que existe alguma justiça inerente às coisas, como se o próprio conceito de justiça não fosse apenas uma racionalização humana, operacionalizada para possibilitar a vida em grupos.

Não existe justiça fora da esfera dos julgamentos humanos e nem todas as interações humanas estão sujeitas a conceitos como mérito e justiça. Não existe justiça entre as estrelas, nem entre os animais e plantas. Não há justiça em nossas relações emocionais.

Não, não estou enfatizando o pequeno alcance da justiça, nem reclamando da natureza por não obedecer à tão nobres ditames. Só te digo isso, querida, por que sei que temos a tendência de tentar aplicar nossa lógica à coisas e eventos nos quais ela não se aplica.

Não se pode esperar que a vida nos conceda o que merecemos e que temos direito. Simplesmente porque não merecemos nem temos direito. Esses valores não se aplicam a existências. Esperar receber um salário no final de um mês de trabalho é algo justo, são termos de um contrato firmado dentro da lógica humana. Esperar por realização no trabalho não é, justiça não atende a essa relação.

Qualquer expectativa por felicidade, em qualquer das esferas emocionais é uma ilusão, um engano e uma impostura. Paralisa quando a ação é necessária. Não confunda expectativa com sonho ou desejo. Expectativa é espera e espera é passividade. Sonhos e desejos são como bússolas, como mapas, como destinos, seguimos eles, buscamos eles, atingimos eles.

Então, meu amor, não espere justiça da vida. Não espere nada da vida. Vá busque a tua própria justiça, faça o teu próprio mérito. É a única forma de ser e ter realmente tudo o que se deseja.

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Era uma tarde qualquer de um outono típico, o sol esquentava suas costas na medida certa e o cheiro da grama molhada, das árvores, do vento, refrescava seu rosto, provocando a exata sensação que precisava. Era a evocação desses elementos que o remetiam a uma infância perdida, esquecida entre tantas memórias mais frequentes, e por isso, menos eficazes. Esse fragmento não era associado a qualquer fato histórico, existia independente de situações específicas. Era um cenário apenas, um cenário de memória.
 
Em outra ocasião, pela janela do ônibus, seus olhos encontraram uma ferragem, no bairro onde viveu na infância. Era uma ferragem nova, o prédio, também novo. Apesar de não carregar a intensidade certa, melancolia seria a palavra mais aproximada para a sensação que o abateu naquele instante. Não, ele não guardava memórias dessa ferragem, nem de nenhuma outra. Mas no lugar onde se estabeleceu a ferragem, funcionava um pequeno bazar, com uma banca de revistas e era nessa banca que gastava o dinheiro que recebia de seus pais, comprando histórias em quadrinhos. Lembrava do cheiro daquelas revistas, da ansiedade por um novo número, e do tempo que levava para escolher o que comprar. O lugar não existia mais e essa memória era dele indissociável.

No momento presente ele percebe essas flutuações da memória. Gostaria que a loja de revistas fosse eterna, ou móvel como o dia de outono. Sabia que poderia tentar isso em outras bancas semelhantes, até mesmo tem memórias diferentes para cada banca de revista que conheceu. Mas, ao contrário do dia de outono, aquela banca não podia ser reproduzida, não era cenário apenas. Mesmo que todos os fatores que lhe evocavam a lembrança da banca se repetissem, o cheiro das revistas, os títulos, a dona da banca que lhe vendia fiado, as expectativas, e tudo o mais, não seria a mesma banca. A banca não era apenas ambiente, era viva e pulsava dentro dele.

De certa forma a banca de revista era responsável por uma parte do que ele se tornou. Sabia no íntimo, que aquela banca havia influenciado grande parte de suas decisões, planos e visão de mundo. E é realmente surpreendente que uma banca de revistas tenha um peso educacional maior do que qualquer escola que tenha frequentado, que a própria familia e que a igreja que costumava frequentar na mesma época. Mas tinha, a banca fora o liceu de sua infância. Todas as histórias e mundos mágicos começavam naquela banca, que agora havia se tornado uma ferragem.

 
Essa falta de portabilidade de algumas memórias, essa insistência de se prender a coisas e lugares, isso o deixava tenso, gostaria de poder emular a qualquer momento a velha banca, mas sabia que isso não era mais possivel. Ninguém teria se preocupado em registrar a banca de revistas, nem mesmo em foto. Talvez os antigos donos, mas já não tinha noticias deles há muito tempo.
 
Teria que se contentar com a lembrança parcial, apagada, como um café fraco e sem aroma, de um dos fragmentos mais significativos de sua vida.

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Offline

Pois é, estou offline de novo. Dessa vez por falta de pagamento. Antes disso, morei por 1 ano na Cidade Baixa sem computador, e alguns meses mais sem internet. Nos últimos meses eu tinha uma conta da gvt de 1mbps.
 
Dessa vez não é nada desesperador, tenho a previsão de pagar tudo em algumas semanas, mas de qualquer forma, é interessante verificar como a rotina muda sem acesso à rede.
 
Da primeira vez (pelo período de 1 ano e pouco) percebi que eu estava lendo mais livros, assistindo mais filmes e até mesmo limpando e arrumando minha casa, fazendo as coisas com mais substância. Reparei que o acesso a tanta informação me deixava muito mais com metadados, informação sobre a informação, do que com conhecimento de verdade.
 
Bem, voltei a ter a web completa e em banda larga! Maravilha! Parei instantaneamente de produzir, nunca mais li, assisti poucos filmes.
 
Meus hábitos de navegação são os piores possíveis: faço uma limpa em meus emails, orkut, myspace, twitter, facebook. Só leio porcaria, ou porcaria sobre coisa boa. Sub-uso a rede. Tenho, até, uma série de projetos que me levariam a algum lugar, acredito mesmo neles, mas não executo nenhum. Fico só circulando a perferia da web, lendo informação pouco importante, me acupando do culto do ego e de coisas engraçadas.
 
Não, não estou dizendo que a web só tem essa serventia pra mim. Eventualmente descubro artistas, escritores, linhas de pensamento diferentes que me capturam a atenção por curtos instantes. Mas não é essa a rotina, a rotina é atualizar a página de recados do orkut uma vez a cada minuto, e ficar decepcionado com a insistência do número de recados em permanecer igual.
 
A rotina é estar com o Gtalk e o MSN abertos, junto com 15 abas no firefox, 5 janelas de download de programas que melhoram a minha experiência com outros programas, sendo que um deles serve para melhorar o próprio download desses programas.
 
O uso que eu faço da internet é o pior possível. Em geral ela não me acrescenta tanto em cultura quanto me rouba tempo de me envolver com cultura de verdade.
 
Já assisti 5 filmes essa semana, filmes ruins, confesso, mas tem que ser gradual a transição para a alta cultura de novo. Exige algum empenho se envolver com temas e coisas densas, e existe muita oferta de diversão água com açúcar…
 
Pois é, o que eu sei é que eu sempre tenho essa sensação de que ficar sem internet não é tão ruim. Mas a falta dela se faz nas coisas em que ela é realmente útil, como contatos profissionais, pesquisa. Então, com essa desculpa (muito boa)eu sempre acabo cedendo.
 
Dessa vez eu só espero manter os hábitos saudáveis quando ela voltar…

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Quero dar pitaco! quero dar pitaco!!!

Essa discussão começou aqui. Eu ia só fazer um comentário no post dela, mas decidi fazer via post aqui quando percebi que o método “Chico Xavier” de redação estava mode on.

*****

Crianças antes dos 6, 7 anos não são assexuadas coisíssima nenhuma! elas só concentram sua sexualidade em outras áreas, não tão relacionadas aos orgãos e práticas sexuais convencionais. São as fases oral e anal da literatura de psicologia e pedagogia. E mesmo sendo uma sexualidade pouco convencional ela é extremamente forte, ao ponto de disturbios nessas fases virarem fixações na vida adulta. Esse é o argumento mais aceito sobre sexualidade infantil, não é necessário dizer que pode não ser o melhor, mas tem funcionado na prática clínica da psicologia e tem sido comprovado no desenvolvimento psicomotor das crianças.

Quanto à orientação sexual, eu costumo dizer que é uma preferência (antes de juntar as pedras: preferência é diferente de opção), inerente a cada indivíduo, não faço a mínima idéia de por quais fatores é conduzida, mas é uma determinação maior do que a simples vontade e é diferente para cada pessoa.

Agora o ponto. A grande maioria de nossas sociedades é homofóbica. Aos poucos isso vem mudando, mas a posição mais comum ainda é a de repúdio e demonização de quem é homossexual. Está ainda na cultura popular e no inconsciente coletivo considerar a homosexualidade um problema. Casais gay ainda são expulsos de restaurantes, espancados, exorcisados e mais uma pá de coisas escrotas e bizarras. Se nos grandes centros urbanos homossexuais conseguiram o status de ter sua sexualidade finalmente considerada normal (ao menos aparentemente) foi por muitas lutas, discussões e exposição de suas preferências.

Não se mudam convenções sociais e o inconsciente coletivo da noite para o dia ou sorrateiramente. O tratamento de choque e a exposição ao que se nega ou se distorce são as únicas ferramentas para isso. E não esperem que a mídia de massa, da qual a Isto é representa a ala mais indecisa, incoerente e bunda mole que existe, exiba alguma vontade de contrariar o senso comum.

Até o nome dessa revista é ambíguo! Determinista, se a expressão for aceita no sentido imperativo e apaziguador e em cima do muro, se sob a função explicativa da coisa: “quer dizer, isto é”.

Por isso faz todo o sentido reagir a essas construções textuais aparentemente “ingênuas”. Essa mídia, infelizmente a mais acessada, só vai considerar uma opinião quando ela se manifestar o suficiente para causar incômodo, “isto é”,  prejudicar vendas.

E faz ainda mais sentido reagir a essas manifestações do senso comum quando elas acontecem. Expor o ridículo e a discriminação de considerar “um horror” sugerir a homossexualidade de alguém tem o mesmo efeito que chamar a atenção para alguém que não recolhe a merda do seu cachorro da calçada. Reclame umas 3 vezes e o sujeito começa a sair de casa com um saquinho, mais um pouco e ele vai se orgulhar de sua retidão moral e valores cívicos e criticar outros “relaxados”.

A princípio não muda a mentalidade das pessoas, mas não tendo mais a sua posição como unanimidade, fica-se naturalmente mais disposto a revisá-la, nem que seja para contra argumentar decentemente. E também mostra para aqueles que não pensam por conta própria, que a questão não tem um único ponto de vista.

Por isso Vaquinha querida, siga questionando, e não aceite quando te mandam ficar quieta, teus motivos estão bem acima da política de aparências familiar.

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Eu sou tarado, tenho orgulho de admitir isso. Sexo, para mim é a atividade fim da humanidade. Não estou exagerando, não estou negando a importância ou a força de todas as outras emoções. É que o sexo é o prazer mais intenso que um humano pode sentir naturalmente e, se freud estiver certo sobre o príncipio do prazer, é isso que nos impulsiona a fazer qualquer coisa.

Sexo é o envolvimento mais íntimo entre seres humanos. Escolhemos dividir nossa vida, casa e cama com a pessoa (ou as) com que fazemos sexo. Em geral é a partir do sexo que conhecemos melhor as pessoas e os pudores enfraquecem ou até deixam de existir depois dele.

Na maioria das sociedades o sexo é um bem mais importante do que qualquer outro, dividimos nossa comida, dinheiro, bens materiais com outras pessoas sem problemas, mas dividir nossos parceiros sexuais ainda é inadmissível na maior parte dos casos, e em muitos outros é possível, porém causa desconforto maior do que emprestar dinheiro.

Porque então, negar a importância crucial do sexo em nossas vidas? Ou dimínuí-lo à condição de necessidade básica?

Sim, diminuí-lo!! Sexo não é uma necessidade básica, é bem mais do que isso. Você sobrevive sem sexo, você pode até ter uma vida confortável e feliz sem sexo. Mas estará negando a realização de sua existência. Sim, sexo é isso.

Somos animais, pertencemos ao ciclo de vida e evolução. Nosso papel é procriar, nosso meio é o sexo. Nascer – crescer – reproduzir – envelhecer – morrer. Depois do sexo só há declínio. Nos preparamos para isso. Cada característica de nosso corpo é desenvolvida para isso.

É claro que nós humanos conseguimos burlar a natureza. Procriação não é mais o propósito de cada indivíduo. Temos meios bastante seguros e temos motivos (os mesmos que nos impulsionaram a procriar) para evitar a proliferação da espécie.

Mas também é verdade que mudamos apenas o comportamento em relação a procriação, o processo biológico continua o mesmo. As recompensas continuam sendo o mais forte estímulo para a cópula e o prazer sexual o mais forte estímulo humano. Ainda configuramos nossa sociedade e nossas relações em torno do sexo.

O apelo publicitário mais forte é o sexual. O discurso do consumo é o da atração. O entretenimento de massa sempre explorou aspectos da relação sexual direta e indiretamente. Conservadores e liberais defendem o sexo, seja na persona da família, seja na liberdade sexual. Não há força maior que o sexo para os animais humanos.

Por isso não consigo conceber o porquê da demonização do sexo. Existem vários argumentos, o que me convence mais é o da relação de poder. Manter o sexo sob controle é controlar a maior força humana.e isso gera toda a relação de interesse e medo que acompanha o poder em qualquer nível. Isso explicaria as reações absurdas quanto ao sexo.

Sendo parte essencial de nosso objetivo no mundo, o sexo deveria ser mais respeitado. Sendo um dos principais fatores da realização humana, o sexo deveria ser incentivado e deveria ser prioridade em todas as sociedades, no mesmo nível da saúde, habitação e alimentação. Governos deveriam promover campanhas para que nenhum cidadão ficasse sem sexo!

Pessoas famosas deveriam visitar comunidades carentes, asilos, creches comunitárias, orfanatos e socializar seu sexo com os menos favorecidos, já que, normalmente, a fama dessas pessoas está diretamente ligada ao consumo de seu apelo sexual. Seria como um retorno para a sociedade do investimento feito.

Deveria ser preocupação de qualquer sociedade a redução da desigualdade de realização sexual. Seriam adotas medidas sociais: casas de prostituição públicas, com contratações mediante concurso público, como forma de garantir o acesso da população sem atrativos sexuais ou “portadores de necessidades sexuais especiais (PNSE’s)”. Gastos com prostituição particular deveriam ser deduzidos do imposto de renda.

Ações afirmativas, como reserva de vagas em festas de universidade para os PNSE’s, ou vagas especiais em estacionamentos de motéis. Programas de aprendizado de técnicas sexuais minimizariam o grande problema de milhares de adolescentes e nerds. E o programa de iniciação sexual do governo, traria a satisfação sexual para um contingente enorme de PNSE’s.

São atitudes simples que podem tornar o mundo muito mais civilizado e agradável de viver.

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